Nem sei,ném…

Falar sobre o  início das coisas é difícil, talvez pelo “início das coisas” ser da categoria das sensações e não das racionalidades. Ninguém sabe ao certo como ou quando começou a gostar de marmelo, você sabe? Hein? Nunca comeu? Ó, tem que experimentar… Promete que vai experimentar? Tá, tudo bem então, problema seu! Mas o fato é que não sei, digo, sabemos, exatamente quando a coisa se deu. Deve ter sido em algum conversê sobre arte, sobre os livros que não temos dinheiro pra comprar, sobre um assunto cotidiano, banal, que desencadeou todo um pensamento estrutural sobre a palavra “Nem” e/ou sobre nossos trabalhos, nossos sonhos, utopias, engodos e todo o arsenal que uma pessoa, pode ter. Creio que “Nem”, sendo polissêmico, permite a criação de qualquer sentido que se queira dar, até mesmo a negação e desconsideração total.

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Sobre nemcoletivo

Rachel Souza Raphael Soifer Nycolas Albuquerque Gabriel Jauregui agregados faltando confirmação
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